domingo, 17 de maio de 2009

CARLOS AGATÃO

(Carlos Miguel Maia Agatão,9/7/1972,Beja)
Avançado
84/85-Zona Azul--------------ini.
85/86-Zona Azul--------------ini.
86/87-Zona Azul--------------juv.
87/88-Zona Azul--------------juv.
88/89-Zona Azul--------------jun.
89/90-Zona Azul--------------jun.
90/91-Desportivo Beja--------III
91/92-Sporting Ferreirense---III
92/93-Mineiro
Aljustrelense--II B
93/94-O Elvas----------------II B

94/95-O Elvas----------------II B
94/95-Desportivo Beja--------III
95/96-Desportivo Beja--------II B*
96/97-Castrense--------------III
97/98-Ourique----------------III
98/99-Ourique----------------III
99/00-Ourique----------------III
00/01-Marco------------------II H.
01/02-Desportivo Beja--------III
02/03-Desportivo Beja--------III
03/04-Moura------------------III
04/05-Mineiro Aljustrelense--III
05/06-Mineiro Aljustrelense--III
06/07-Mineiro Aljustrelense--Dist.
07/08-Sp.Ferreirense---------Dist.
08/09-Odemirense-------------Dist.
09/10-C.D.Trindade-----------INATEL

-----------------------------------
12/13-Desportivo Beja--------Dist.
 
 *inactivo devido a lesão















 








 




































Carlos Agatão vem de uma familia bejense
largamente ligada ao futebol visto que o
avançado é filho de Carlos Agatão,mais
conhecido por Palico,um dos 4 irmãos Agatão
que,ao longo dos anos 70,80 e 90,fizeram
história no futebol bejense,em especial no

Desportivo de Beja.
Os seus tios são Zé Mário,Delfim e Chico Agatão, 
este,antigo jogador do Boavista e Estrela da  
Amadora na 1ª Divisão.
Da longa carreira de Carlos,destaca-se o titulo
de melhor marcador de toda a 3ª Divisão em 1999/00,
ao serviço do Ourique D.C. com 31 golos.
Também foi,por diversas vezes,o melhor marcador
das equipas alentejanas por onde passou.
Marcou,ao todo,189 golos na 3ª Divisão,20 na 2ª
Divisão B e no F.C.Marco,na unica experiência que
teve na Liga de Honra,Carlos actuaria em 24 jogos
marcando 7 golos.


LINK para a noticia sobre o ingresso
de Carlos Agatão no Odemirense







Carlos Agatão,o 3º em baixo,da esquerda,no Desportivo
de Beja em 1994/95

Agatão,em baixo,á direita,no Desportivo de Beja em
2001/02


Agatão,o 2º em cima,da direita no Ourique em 1999/00


















Agatão,o 3º em baixo,da direita,no Aljustrelense

Agatão,o 2º em cima,da direita,no Odemirense em 2008/09


 




Dados fornecidos pelo próprio ao
nosso colaborador Manuel Góis


BATALHA

(Augusto Santos Batalha,11/7/1928,Sesimbra)
Médio / Extremo-esquerdo

46/47-Sesimbra-----------jun.
47/48-Sesimbra-----------Region.
48/49-Sesimbra-----------Region.
49/50-Sesimbra-----------Region.
50/51-Vitória Setúbal----I
51/52-Benfica------------I
52/53-Lusitano Évora-----I
53/54-Lusitano Évora-----I

54/55-Lusitano Évora-----I
55/56-Lusitano Évora-----I
56/57-Lusitano Évora-----I
57/58-Lusitano Évora-----I
58/59-Lusitano Évora-----I
59/60-C.F.Estremoz-------Dist.
60/61-C.F.Estremoz-------Dist.
61/62-C.F.Estremoz-------III






 
Jogador histórico do Lusitano de Évora 
dos bons tempos da 1ª Divisão,Batalha 
fez também história no C.F.Estremoz,ao 
conseguir apurar o pequeno clube alentejano 
para a 3ª Divisão numa época onde o 
Hoquéi em Patins era o desporto favorito 
da população da cidade do Alto Alentejo.
Antes de chegar a Évora,Batalha deu nas
vistas no clube da sua cidade natal,Sesimbra,
sendo contratado para o Vitória de Setúbal,
na 1ªDivisão onde atuou em 21 jogos,marcando
3 golos nessa sua época de estreia no
primeiro escalão nacional. 
Batalha é então recrutado pelo Benfica,onde,
apesar da forte concorrência alinha em 9
partidas,marcado 2 golos.
A seguir,Augusto Batalha volta ao seu Alentejo
para alinhar nas fortes equipas do Lusitano 
de Évora durante 7 temporadas na 1ªDivisão.
Batalha foi mesmo o marcador do primeiro
golo do Lusitano na Divisão maior do nosso
futebol,em Setembro de 1952,na vitória sobre
o Estoril. 
No total,Batalha foi utilizado em 114 jogos e
marcando 39 golos na 1ª Divisão,pelo
Lusitano,começando por alinhar a extremo-
esquerdo recuando depois para o meio-campo,
acabando também por jogar a defesa.  






Batalha,o 5º da direita,em cima,no Lusitano em 1953/54

Batalha,o autor do primeiro golo do Lusitano de
Évora na 1ªDivisão em Setembro de 1952
Augusto Batalha integrou a equipa
técnica do Lusitano de Évora na
temporada de 1969/70
Batalha,o 2º em baixo,da direita,no Vitória de Setúbal
em 1950/51


Batalha,o 2º em baixo,da esquerda,no Benfica em 1951/52







Batalha em destaque no Lusitano na vitória contra o Sporting
na época de 1956/57












Batalha jogando a extremo-esquerdo no Lusitano
em 1957/58 

Ficha de Batalha em 1955











 



Batalha,o 1º em baixo,da direita,no Lusitano de Évora em 1958/59






















quarta-feira, 13 de maio de 2009

CARLOS SIMÃO

(Carlos José Pratas Simão,11/9/1959,Trindade-Beja)
Guarda-redes

74/75-Despertar Beja---   - juv.
75/76-Despertar Beja---    -juv.
76/77-Desportivo Beja--    -jun.
77/78-Desportivo Beja--    -jun.
78/79-Desportivo Beja--    -III
79/80-Sporting Cuba         III
80/81-F.C.Serpa--------    -Dist.
81/82-Desportivo Beja--    -Dist.
82/83-Ginásio Alcobaça-    -I
83/84-Nazarenos------- -   -II
84/85-Fafe------------ -   -II
85/86-Santa Vitória Beja    Dist.

86/87-Sp.Ferreirense- -    -Dist.
87/88-Desportivo Beja---    Dist.
88/89-União Sobralense--    Dist.



























 















Antes de se tornar no treinador de valor
reconhecido no Baixo-Alentejo,onde já foi
Campeão Distrital por duas vezes,Carlos
Simão foi um guarda-redes de carreira não
muito longa mas que o levou a representar
clubes de norte a sul do país.
Começando nos juvenis do Despertar de
Beja,um clube com tradição nas camadas
jovens.

Carlos Simão jogou depois no Serpa e no Cuba
antes de voltar ao Desportivo em 1981/1982.
No fim da época,saiu do Desportivo de Beja,
clube que na altura se encontrava no
Distrital,rumo ao Ginásio de Alcobaça,que
tinha sido promovido á 1ª Divisão Nacional.
Ai,teve a companhia do seu irmão mais velho,
José Romão,mas não teria muitas oportunidades
de jogar visto que tinha á sua frente dois
guardiões,Domingos e Jorge,com mais experiência
de escalões superiores.

Carlos Simão foi mais utilizado nos Nazarenos
e no Fafe mas preferiu voltar ao Alentejo
para alinhar no modesto Santa Vitória de
Beja.
Representou ainda o Ferreirense,onde foi suplente
do "histórico" Manuel Maria,voltou ao Desportivo
e veio a terminar a carreira de jogador no
Sobralense.
Como técnico,Carlos Simão já passou pelo Santa 
Vitória (ainda no ativo como jogador)Ervidel, 
Sporting de Cuba,Sporting Ferreirense,Desportivo  
de Beja,Castrense,Serpa,Aldenovense,Ourique,Neves,
Cabeça Gorda e Aljustrelense.






Carlos Simão,o 2º da direita,na fila do meio,no Desportivo 
de Beja em 1978/1979

Carlos Simão,o 5º em cima,da esquerda,no Alcobaça 
em 1982/1983 na 1ª Divisão na companhia do seu irmão 
José Romão,o 1º em cima,da esquerda
Carlos Simão,o 2º em cima,da esquerda,no Nazarenos
Carlos Simão em acção no Sporting de Cuba



 


O campeão sem modelos
Carlos Simão
O homem que acaba de somar o campeonato e a Taça do Distrito de Beja ao currículo não alinha em secretismos para justificar o seu sucesso. Para Carlos Simão, “mais do que a táctica, a técnica ou o talento, o factor mais importante do futebol é a inteligência”. E no ambiente das tácticas e das motivações, destacam-se três virtudes essenciais: “magia, criatividade e imaginação”.
Guiado por esta filosofia, Simão é hoje um dos mais cotados técnicos da região e já soma dois títulos distritais: um no FC Serpa e outro no Castrense. A isso se juntam taças e outras distinções, numa carreira nem sempre fácil, que já o levou aos principais emblemas do Baixo Alentejo.
Tudo começou em 1987 no Santa Vitória, pequeno clube do concelho de Beja que conseguiu impulsionar para o “Distritalão”. Ervidel, Cuba, Ferreira, Aljustrel, Serpa e Castro Verde já acolheram o seu trabalho, mas foi em Beja que teve a grande oportunidade de dar o salto. Depois de nas jornadas iniciais ajudar José Torres, na II Liga de 96/97, acabou por assumir o comando da equipa e deu provas de competência. Mas as incompatibilidades com o presidente, José António Chalaça, não permitiram grande sucesso. “Os jogadores protestaram a minha saída mas não havia relação entre mim e o presidente”, recorda.
Apesar da polémica, Penafiel e Famalicão piscaram-lhe o olho para uma carreira nacional, mas ficar perto da filha num momento complicado “soou muito mais alto”.
Hoje, Carlos Simão é um homem tranquilo. A caminho dos 49 anos, recorda os tempos felizes de uma “infância com dificuldades” no Bairro da Apariça, onde vivia com os pais e dois irmãos, António Simão e José Romão. “A maior riqueza foi a educação que tivemos”, garante.
Essa era a época de Eusébio e, nas “peladas” da sua rua, Carlos Simão mostrava alguma tendência para ser guarda-redes. Carvalho, Costa Pereira e José Henriques eram os seus ídolos e, por isso, tentava imitá-los. Hoje, curiosamente, garante não ter para destacar “um modelo de treinador”. E prefere seguir as suas ideias e dedicar-se aos treinos e aos jogos “como se fossem os primeiros” da sua vida.
Com uma filosofia muito própria, Simão defende que o treinador “é sempre um homem só que, além de ser um gestor de recursos humanos, gere sentimentos e emoções”. “É mais do que um psicólogo colectivo, também é um bom pai e um bom irmão”, advoga.
Entre os treinos e os jogos, o técnico campeão distrital tem uma pastelaria e é “um homem de casa” que gosta muito de ler – está neste momento a conhecer A Mancha Humana, de Philip Roth –, de ouvir Diana Ross e a grande música de Beethoven. “Gosto de música clássica, porque me toca no ouvido, faz-me arrepiar e dá-me alguma estabilidade emocional. Não consigo explicar porquê, mas sinto-me bem.”
Esta paixão tão erudita não o impede de lembrar com saudade os bailes da juventude, ao som dos brasileiros Roberto Carlos e Nelson Ned, numa altura em que a política o entusiasmava e, por isso, ajudou a fundar a Juventude Socialista no distrito de Beja. Hoje, afligido com o crescente nível da insegurança, é um português preocupado com “o desaparecimento da classe média” e a tendência que põe “os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres”.



Texto retirado do site do "Correio Alentejo"

CANENA

(António João Rodrigues Canena, 25/219/1956, Beja)
Defesa-central

70/71-
71/72-
72/73-
73/74-Desportivo Beja----jun.
74/75-Desportivo Beja----III
75/76-Desportivo Beja----III
76/77-Desportivo Beja----III
77/78-Sporting Cuba------Dist.
78/79-F.C.Serpa----------III
79/80-Sporting Cuba------III
80/81-Juventude Évora----II
81/82-Peniche------------II
82/83-União Leiria-------II
83/84-União Leiria-------II
84/85-Paços Ferreira-----II
85/86-Cova Piedade-------II
86/87-União Leiria-------II
87/88-Estarreja----------II

88/89-Desportivo Beja----Dist.












































Canena foi um forte defesa central nascido
em Beja e com passagem relevante pelo
Desportivo,onde começou e terminou a sua
carreira.
Pelo meio,Canena jogou em outros clubes
alentejanos:F.C.de Serpa,Sporting de Cuba
e Juventude de Évora.
Canena representou também clubes do Norte
e Centro do país,como o Peniche,União de
Leiria (3 épocas) e Estarreja.
Canena veio a falecer prematuramente em
1999,vítima de viação.








Canena,o 3º em cima,da esquerda,no Desportivo de Beja
em 1976/1977


Canena,em cima,á esquerda,no União de Leiria em 1983/1984


Canena titular no União de Leiria em 1986/1987


Canena,o 3º em cima,no Sporting de Cuba
Canena,o 4º em baixo,no Juventude de Évora



















""Tributo a ... Canena
António João Rodrigues Canena, mais conhecido nos meios futebolísticos por Canena era natural de Beja onde se iniciou no Desportivo e no Despertar, passando em seguida pelo Juventude de Évora, Baronia, Cuba, Peniche, União de Leiria, Paços de Ferreira, Cova da Piedade e Estarreja. Em 1988 regressa a Beja para treinar o Desportivo, mas um acidente de viação deixa-o paraplégico e atira-o para uma cadeira de rodas. Veio a falecer em 1999 com 43 anos de idade.
Tive o prazer de com ele conviver e para além de excelente futebolista era também uma excelente pessoa. Por isso aqui fica o meu tributo, que penso ser também de todos o que o conheceram e com ele privaram.""



"Tributo a Canena" retirado do Blog "ANDANDO DE RABOLETA"






Dados fornecidos pelo nosso colaborador Manuel Góis

quarta-feira, 6 de maio de 2009

BALELA

(Manuel José Marques Pires,21/10/1956, Faro)
Defesa
69/70-Farense---------ini.
70/71-Farense---------ini.
71/72-Farense---------juv.
72/73-Farense---------juv.
73/74-Farense---------jun.
74/75-Farense---------jun.
75/76-Farense---------I
76/77-Farense---------II
77/78-Farense---------II
78/79-Silves----------III
79/80-Farense---------II
80/81-Campinense------III
81/82-Campinense------III
82/83-Campinense------III
83/84-Campinense------II











































Balela,antes de ser um treinador
de créditos reconhec
idos,foi um defesa
de carreira curta,actuando apenas em
clubes algarvios.
Formado no Farense,teria passagem d
iscreta
pelos seniores do clube de Faro.Seria no
Campinense
que conseguiria ter mais
protagonismo,tendo sido Campeão da Série F
da 3ª Divisão com a consequente subida ao
segundo escalão,em 1983/84.Foi a única presença,
até agora,do clube de Loulé na 2ª Divisão
Nacional.
Começou cedo o trajecto de técnico visto
que,ainda como
jogador,acumulava funções de
treinador de camadas jovens,tanto no Farense
como ao serviço do departamento de futebol
do concelho de Loulé.

Manuel Balela herdou a alcunha "Balela" de
seu pai,outro antigo jogador do Farense dos 
anos 50 e 60.







Balela,em cima,á esquerda,no Farense em 1977/78


Balela,o 3º em cima,da direita,no Campinense em 1981/82
Recortes retirados do "Jornal 
do Algarve" de 1989








































 





Balela,o 4º em cima,da esquerda,nos juniores do Farense







Manuel Balela como técnico principal do Farense em 2000/01









 





















LINK para a Carreira de Treinador



segunda-feira, 4 de maio de 2009

JOSÉ BENTO

(José Bento do Carmo Santos,24/1/1939,Faro)
Avançado
54/55-Farense--------   --jun.
55/56-Farense--------   --jun.

56/57-Farense--------   --II
57/58-Farense--------   --II

58/59-Louletano------   --III
59/60-Farense------- -  --II
60/61-Farense--------   --II
--------------------------*
63/64-Farense--------   --II
64/65-Farense--------   --II
65/66-Farense------- -  --III
66/67-Farense-------   ---III
67/68-Farense--------   --III
68/69-Farense--------   --III
69/70-Farense--------   --
II

























 












*de 61 a 63 esteve no cumprimento do serviço militar em Angola





Avançado histórico do S.C.Farense,presente
nos melhores(e pi
ores) momentos do clube de
Faro na década de 60,J
osé Bento era um jogador
hábil e muito bom no jogo de cabeça que o
fazia sempre um dos melhores concretizadores
do Farense durante grande parte da década de 60.
José Bento fez parte também da histórica equipa 
de Faro que alcançou,pela primeira vez,a subida 
á 1ª Divisão em 1969/70,onde atuavam outros
nomes grandes dos "Leões de Faro" como Atraca,
Torpes,Nélson Faria,Manhita ou Pedro Aleixo,
orientados por Artur Quaresma (primeiro)e 
Joaquim Reina,depois.
Em 1970,depois do Campeonato terminado,José
Bento segue para o Canadá deixando o Farense
e o futebol federado em Portugal.






José Bento,o 3º da direita,em baixo,na equipa de
júniores do Farense

José Bento em destaque no Farense no jogo da 
Taça de Portugal contra o Sporting em 1959/60

José Bento,o 2º em baixo,da direita,no Farense em
1964/65
José Bento sempre dos melhores marcadores do Farense

José Bento,autor de 4 golos num jogo em 1967/68

Recorte retirado do "Jornal do Algarve"
de 1970

José Bento,á direita,ao lado de Ludovico com
as faixas de campeões da 2ª Divisão,Zona Sul.














José Bento,o 4º da fila do meio,no Farense em 1969/70


José Bento (nº9) em acção no
Campo Rossio da Trindade,em Lagos,
contra o Esperança em meados dos anos 60